quarta-feira, 22 de janeiro de 2025

Estudo de Atos, capítulo 26, mensagem 68, semana 31, quarta

ESTUDO DIÁRIO DE ATOS
MENSAGEM SESSENTA E OITO

A PROPAGAÇÃO NA ÁSIA MENOR E EUROPA
POR MEIO DO MINISTÉRIO DE PAULO E SEUS COMPANHEIROS (34)

SEMANA 31 – QUARTA
Leitura Bíblica:  At 23:11; 26:1-16

Ler e orar: E, caindo todos nós por terra, ouvi uma voz que me falava em língua hebraica: Saulo, Saulo, por que me persegues? Dura coisa é recalcitrares contra os aguilhões." (At 26:14)


PRATICOU MUITAS COISAS
CONTRA O NOME DE JESUS

Em 26:9 a 11 Paulo admitiu para Agripa que praticara muitas coisas contra o nome de Jesus: “Na verdade, a mim me parecia que muitas coisas devia eu praticar contra o nome de Jesus, o Nazareno; e assim procedi em Jerusalém. Havendo eu recebido autorização dos principais sacerdotes, encerrei muitos dos santos nas prisões; e contra estes dava o meu voto, quando os matavam. Muitas vezes, os castiguei por todas as sinagogas, obrigando-os até a blasfemar. E, demasiadamente enfurecido contra eles, mesmo por cidades estranhas os perseguia”.

O termo grego traduzido “estranhas” no versículo 11 literalmente significa “de fora”. Paulo não apenas se opunha a Jesus, o Nazareno; também O atacava. Em sua cegueira, ele considerava o Senhor Jesus nada mais do que um pobre nazareno. Ele a tal ponto atacava o nome de Jesus, o Nazareno, que colocava muitos santos na prisão. Agora, diante de Agripa, ele confessou os seus atos tolos.


A APARIÇÃO DO SENHOR

Paulo então prosseguiu dizendo a Agripa que enquanto estava a caminho para perseguir os que invocavam o nome do Senhor Jesus, ele mesmo foi ganho pelo Senhor: “Com estes intuitos, parti para Damasco, levando autorização dos principais sacerdotes e por eles comissionado. Ao meio-dia, ó rei, indo eu caminho fora, vi uma luz no céu, mais resplandecente que o sol, que brilhou ao redor de mim e dos que iam comigo. E, caindo todos nós por terra, ouvi uma voz que me falava em língua hebraica: Saulo, Saulo, por que me persegues? Dura coisa é reca1citrares contra os aguilhões. Então, eu perguntei: Quem és tu, Senhor? Ao que o Senhor respondeu: Eu sou Jesus, a quem tu persegues” (vs. 12-15).

Já ressaltamos que esse “me” é corporativo, englobando Jesus, o Senhor, e todos os crentes. Também já vimos que Paulo espontaneamente chamou Jesus de Senhor, mesmo sem conhecê-Lo.


DESIGNADO MINISTRO E TESTEMUNHA

Quando o Senhor Jesus apareceu a Paulo, Ele o comissionou, designando-o ministro e testemunha. A esse respeito o Senhor lhe disse: “Mas levanta-te e põe-te em pé; pois para isto te apareci, para te fazer ministro e testemunha, tanto das coisas em que me tens visto como daquelas em que te hei de aparecer” (v. 16 — IBB-Rev.). 

Aqui vemos que Deus designou Paulo como ministro e também como testemunha. Um ministro visa ao ministério, uma testemunha visa ao testemunho. O ministério está principalmente relacionado com a obra, com o que o ministro faz. O testemunho está relacionado com a pessoa, com o que a testemunha é.

O Cristo ascendido quer levar a cabo o Seu ministério celestial para a propagação de Si mesmo, a fim de que o reino de Deus seja estabelecido para a edificação das igrejas para a Sua expressão. 

Precisamos ser impressionados com o fato de que, para levar a cabo tal ministério, o Cristo ascendido não quer um grupo de pregadores treinados pelo ensinamento humano para fazer uma obra de pregação. Antes, Ele quer usar um corpo de Suas testemunhas, que levem um testemunho vivo do Cristo encarnado, crucificado, ressurreto e ascendido.

De acordo com o livro de Atos, Satanás podia instigar os religiosos judeus e utilizar os políticos gentios para amarrar os apóstolos e seu ministério evangélico, mas não podia amarrar as testemunhas vivas de Cristo e o seu testemunho vivo. Quanto mais os religiosos judeus e os políticos gentios amarravam os apóstolos e seu ministério evangélico, mais fortes e brilhantes se tornavam essas testemunhas de Cristo e vivos os seus testemunhos. 

Em Sua aparição a Paulo no caminho para Damasco, o Senhor lhe disse claramente que o designava não apenas ministro, mas também testemunha. Vimos que, como testemunha viva de Cristo, Paulo havia testificado acerca Dele em Jerusalém e o faria em Roma (23:11).

Em 1:8 o Senhor disse aos discípulos: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra”. Testemunhas são os que levam um testemunho vivo do Cristo ressurreto e ascendido em vida. Diferem dos pregadores que meramente pregam doutrinas em letras. 

Como está registrado em Atos, o Cristo ascendido leva a cabo o Seu ministério nos céus por meio dessas testemunhas em Sua vida de ressurreição e com o poder e autoridade da Sua ascensão para espalhar-Se, como desenvolvimento do reino de Deus, até aos confins da terra. Em todas as tribulações pelas quais Paulo passou, ele não meramente ensinava ou ministrava; ele continuamente dava testemunho.

Ele foi testemunha diante dos opositores judeus e do comandante romano. Foi testemunha também diante de Félix, o governador da Judéia, e de Festo, que sucedeu Félix no governo. Agora em Atos 26 vemos que ele é novamente testemunha viva, dessa vez diante de Agripa. No entanto, ele não pregou para Agripa, dizendo: “Rei Agripa, você precisa saber que sou uma testemunha de Cristo”. Em vez disso, ele lhe testificou que o Senhor o encontrara e designara ministro e testemunha.

Desfrute mais: Hino 79

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