ESTUDO-VIDA DE EZEQUIEL
Mensagem 20
OS ÁTRIOS EXTERIOR E INTERIOR
SEMANA 9 - SÁBADO
Leitura Bíblica: Ez 40-42
Ler e orar: “Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tendes vida em vós mesmos.” (João 6:53)
O Número Trinta
O número trinta, utilizado em relação às câmaras, é composto de cinco vezes seis ou três vezes dez. Se trinta é composto por cinco vezes seis, temos então o homem (seis) multiplicado pela responsabilidade (cinco).
Se trinta é composto por três vezes dez, então temos o Deus Triúno em ressurreição (três) que preenche todos os requisitos (dez). O Cristo que desfrutamos é o número trinta. Ele não é apenas cinco ou seis ou três. Como o número trinta, Ele inclui seis, cinco, três e dez.
Nele temos o homem, o Deus Triúno, a ressurreição, a responsabilidade e o cumprimento de todos os requisitos. O número dez também representa conclusão e perfeição. Isso indica que em Cristo temos completude e perfeição. Louvado seja o Senhor, pois temos um Cristo tão rico para o nosso desfrute!
O número trinta aqui corresponde aos trinta lados dos pilares. Isso indica que o nosso desfrute de Cristo depende de Ele ser as colunas de sustentação ou pilares. A medida em que Ele carrega, suporta e sustenta, é a medida em que podemos desfrutar Dele.
Além disso, as trinta câmaras correspondem às trinta janelas. Se o Espírito todo-inclusivo não fosse o número trinta, não poderíamos ter o rico desfrute de Cristo como o número trinta.
A Largura do Pavimento
Se consultarmos o diagrama da planta, veremos que a largura do pavimento é igual ao comprimento da porta. Isso significa que o Cristo que desfrutamos é o Cristo, a quem experienciamos. O quanto podemos desfrutar de Cristo depende do quanto O experienciamos.
Se a nossa experiência de Cristo mede cinquenta côvados, então o nosso desfrute de Cristo também medirá cinquenta côvados. Quanto somos capazes de desfrutar de Cristo? Isso depende do quanto experienciamos Cristo.
Quanto mais passamos por Cristo, mais experienciamos Cristo, e quanto mais experienciamos Cristo, mais desfrutamos Cristo. Não podemos desfrutar Cristo se tivermos Cristo apenas doutrinariamente.
Isso significa que não podemos desfrutar de um Cristo que não temos experienciado. Só podemos desfrutar o Cristo a quem temos experienciado. A largura do nosso desfrute de Cristo sempre é igual ao comprimento da nossa experiência de Cristo.
Conectado à Porta
O pavimento está conectado à porta, pois ele está dos dois lados da porta. Isso indica que o desfrute de Cristo está conectado à experiência de Cristo. Se não temos a experiência de Cristo, não podemos ter o desfrute de Cristo. Novamente vemos que o desfrute de Cristo depende da experiência de Cristo.
Os Lugares para Cozer
No átrio exterior, nos quatro cantos, estão os lugares para cozer. Isso indica que, pela graça de Deus, a preparação de Cristo para o desfrute dos outros está se espalhando por todos os cantos, tornando-se disponível em toda parte.
Em cada “esquina” há uma “cozinha” onde Cristo está sendo “cozido” para o nosso desfrute. Onde quer que estejamos, há uma cozinha para nós. Agradecemos ao Senhor que as igrejas locais estão se espalhando por todos os cantos deste país. Todos os cantos do país precisam de uma “cozinha” para preparar Cristo para o desfrute das pessoas.
A medida das câmaras de canto são trinta por quarenta. Até agora vimos quatro trintas: trinta lados dos pilares, trinta janelas, trinta câmaras e trinta côvados. Todos esses trinta estão relacionados e correspondem à nossa experiência. Precisamos passar por Cristo e, em seguida, temos de desfrutar de um Cristo que foi “cozido”.
Aqui temos um novo número ─ quarenta. Quarenta é o número de testes e provações. O povo de Israel esteve no deserto por quarenta anos, e o Senhor Jesus esteve no deserto quarenta dias, a fim de ser testado e aprovado.
Isso indica que, sem sofrimento, teste e julgamento, Cristo não poderia ter sido “cozinhado”, preparado, para ser o nosso desfrute. Para o nosso desfrute, Cristo foi “cozido”. Seu sofrimento sob o processo de “cozimento” foi para o nosso desfrute Dele por comê-Lo.
Sem os sofrimentos e provações do Senhor, Ele não poderia ter sido preparado para nós desfrutarmos. De certa forma, quando as irmãs preparam os alimentos na cozinha, a comida “sofre”.
Enquanto o Senhor Jesus esteve na terra e, especialmente, enquanto estava morrendo na cruz, Ele estava sob o sofrimento, o “cozimento” por causa do nosso desfrute Dele ao comê-Lo.
O Átrio Interior
Do átrio exterior precisamos passar para o átrio interior.
Outro Conjunto de Escadas
À medida que entramos no átrio interior, nós também subimos mais alto. Na entrada para o átrio interior, há um outro conjunto de escadas, que consiste não de sete degraus, mas de oito.
Fora, na rua, há sete degraus que levam até a porta do átrio exterior, e agora vemos que há oito degraus levando-nos à porta interior do átrio interior. Disso vemos que, entrar no átrio interior significa que, quanto mais peregrinamos para dentro, mais elevados nos tornamos.
Quando avançamos para dentro, também subimos mais alto. Quando passamos pela porta para o átrio interior, somos quinze degraus mais altos do que as pessoas que estão fora do muro.
O número sete significa conclusão, e o número oito significa ressurreição. Isso indica que, se quisermos entrar no átrio interior, precisamos estar em ressurreição. Toda a vida natural e o homem natural deve ser repudiado e crucificado. Como indicado pelos oito degraus, precisamos estar absolutamente em ressurreição.
No átrio interior repetimos nossa experiência de Cristo. Experienciamos Cristo novamente, passando por outra porta. Experienciamos o mesmo Cristo, mas experienciamos mais Dele. Isso
introduz-nos no átrio interior.
🌿Desfrute mais:
Hino: "Prisioneiro Teu me faz, ó meu Senhor"
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