quarta-feira, 1 de abril de 2026

Estudo-Vida de Ezequiel, semana 10, sexta, mensagem 22

ESTUDO-VIDA DE EZEQUIEL

Mensagem 22
O TEMPLO E AS CÂMARAS LATERAIS

SEMANA 10 - SEXTA
Leitura Bíblica:  Ez 40:48-49; 41:8, 21, 25b─26a

Ler e orar: Ao vencedor, fá-lo-ei coluna no santuário do meu Deus, e daí jamais sairá; gravarei também sobre ele o nome do meu Deus, o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém que desce do céu, vinda da parte do meu Deus, e o meu novo nome.(Ap 3:12)



Nesta mensagem consideraremos o templo e as câmaras laterais. O templo é composto de três partes: o pórtico, o Santo Lugar (templo externo), e o Santíssimo (templo interno).


O TEMPLO

Depois que passamos o altar, chegamos ao templo. O templo é composto por três seções principais: o pórtico, o templo exterior, que é chamado de Santo Lugar, e o templo interior, que é chamado de Santíssimo ou Santo dos Santos.

Além disso, existe um anexo que Ezequiel chama de câmaras laterais. As câmaras laterais cercam toda a construção do templo. Assim, o templo é composto por três seções, com um anexo.


O Pórtico

Vamos começar com a primeira parte principal do templo, o pórtico.


Os Degraus

Dez degraus levam até o pórtico (40:49). Agora podemos ver que o complexo do templo tem três níveis: o primeiro nível no átrio exterior, o segundo nível no átrio interior, e o terceiro nível no templo.

O piso térreo do templo é no terceiro nível. Precisamos lembrar que a rua fora do muro está num nível ainda mais baixo do que o do átrio exterior. Se contarmos a partir da rua fora do muro do complexo do templo, existem quatro níveis, com a rua como o primeiro nível, o átrio exterior, como o segundo, o átrio interior como o terceiro, e o piso térreo do templo como o quarto. Isso dá-nos uma ideia da elevação do templo.

Ele também indica que, quanto mais prosseguimos para o interior do templo, mais subimos. Quando estamos fora do muro, estamos no nível mais baixo. Mas quando entramos e avançamos para o interior, nós subimos cada vez mais.

Quando partimos da rua para o átrio exterior, devemos subir sete degraus. Quando partimos do átrio exterior para o átrio interior, deve subir mais oito degraus. Quando partimos do átrio interior, para o interior do templo, devemos subir mais dez degraus. A partir disso, podemos ver que o templo está num total de vinte e cinco degraus acima do nível da rua.

Embora devemos subir vinte e cinco degraus a partir do nível da rua para o nível do templo, nós na verdade, ascendemos apenas quinze côvados de altura. Podemos calcular isso porque os dez degraus para o templo são iguais à altura do pavimento do templo.

Em 41:8 Ezequiel diz que viu uma elevação do templo, que tinha seis côvados de altura. Isso é igual à altura dos dez degraus. O pavimento, que é de seis côvados de altura, é a base de todo o edifício do templo e as câmaras laterais.

altura dos dez degraus é igual a seis côvados. Portanto, os vinte e cinco degraus a partir do nível da rua para o nível do templo devem ser de quinze côvados.

Uma vez mais, os números são significativos. Vinte e cinco é cinco vezes cinco, o que indica responsabilidade dentro da responsabilidade. Quinze é cinco vezes três, indicando a responsabilidade sustentada pelo Deus Triúno em ressurreição.

Ao colocar essas coisas juntas, podemos ver que o caminho para subir cada vez mais alto no templo é pela responsabilidade dentro da responsabilidade sustentada pelo Deus Triúno em ressurreição. Não temos outra maneira de subir mais alto, a não ser pela responsabilidade sustentada pelo Deus Triúno em ressurreição.


Os Dois Pilares

Dos degraus, seguimos para as duas colunas. Precisamos diferenciar os pilares das ombreiras do templo (41:21). As ombreiras são quadradas, enquanto que os pilares são redondos. Embora as medidas das ombreiras sejam dadas, elas não são dadas a respeito dos pilares.

O fato de Ezequiel não nos fornecer a medida dos pilares indica que eles devem ser ilimitados. Assim, esses pilares tipificam Cristo como testemunha de Deus sustentando a casa de Deus com uma força a qual é ilimitada e imensurável.

Agora chegamos ao pórtico. Ezequiel 40:48 diz: “Então me levou ao pórtico do tempo, e mediu cada pilar do pórtico, cinco côvados de uma banda e cinco côvados da outra; e a largura da porta, três côvados de uma banda, e três da outra”.

Aqui temos dois pilares que medem cinco côvados cada. Uma vez que o número cinco indica responsabilidade e o número dois indica testemunho, o significado desses dois pilares é de responsabilidade no testemunho. Uma vez mais o número três tipifica o Deus Triúno em ressurreição.

A altura do pórtico é de vinte côvados, e a entrada do pórtico é de catorze côvados. Como vimos, o número quatorze é composto por sete vezes dois ou de dez mais quatro. Sete tipifica conclusão, dois tipifica um testemunho, dez tipifica plenitude, e quatro tipifica as criaturas. Assim, o pórtico também tipifica que as criaturas sustentam um testemunho completo em plenitude.

Um ponto adicional sobre o pórtico é que ele é usado como um saguão. Isso faz com que o templo tenha um acesso fácil. Na vida da igreja, também devemos ter um saguão, facilitando a entrada das pessoas.

Isso significa que precisamos ter uma atmosfera alargada para facilitar as pessoas entrarem em contato conosco e nos alcançar. Tal saguão torna a igreja acessível e permite-nos trazer as pessoas e mantê-las. Além de tornar o templo acessível, o pórtico, ou saguão, é um lugar onde podemos desacelerar, aproximar e preparar-nos para entrar no templo.

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