ESTUDO DIÁRIO DE ATOS
MENSAGEM CINQUENTA E SEIS
A PROPAGAÇÃO NA ÁSIA MENOR E EUROPA POR MEIO
DO MINISTÉRIO DE PAULO E SEUS COMPANHEIROS (22)
SEMANA 26 – TERÇA
Leitura Bíblica: Atos 21:1-26
Ler e orar: "Tendo dito estas coisas, ajoelhando-se, orou com todos eles." (At 20:36)
Depois da solene e preciosa comunhão com os presbíteros da igreja em Éfeso (20:13-35), Paulo “ajoelhando-se, orou com todos eles” (20:36). Por fim, eles o acompanharam até o navio. Em Atos 21:1 lemos: “Depois de nos apartarmos, fizemo-nos à vela e, correndo em direitura, chegamos a Cós; no dia seguinte, a Rodes, e dali, a Pátara”.
Em Pátara, Paulo e seus companheiros encontraram um navio que ia para a Fenícia, embarcaram nele e seguiram viagem (v. 2). Eles navegaram até a Síria e desceram a Tiro. “Encontrando os discípulos, permanecemos lá durante sete dias; e eles, movidos pelo Espírito, recomendavam a Paulo que não fosse a Jerusalém” (v. 4).
Em 20:23 o Espírito Santo mostrou a Paulo que cadeias e aflições o esperavam em Jerusalém. O testemunho do Espírito Santo a esse respeito foi apenas uma profecia, ou predição, e não uma ordem. Assim, ele deveria ter tomado essa palavra não como ordem, mas como advertência. Agora, em 21:4, o Espírito deu um passo além dizendo-lhe por meio de alguns membros do Corpo que não fosse a Jerusalém. Ao praticar a vida do Corpo, Paulo deveria ter tomado essa palavra e obedecido a ela como uma palavra da Cabeça.
PARA PTOLEMAIDA E CESARÉIA
Em Atos 21:7 e 8 lemos: “Quanto a nós, concluindo a viagem de Tiro, chegamos a Ptolemaida, onde saudamos os irmãos, passando um dia com eles. No dia seguinte, partimos e fomos para Cesareia; e, entrando na casa de Filipe, o evangelista, que era um dos sete, ficamos com ele”. Aonde quer que Paulo fosse ele visitava os irmãos e ficava com eles (vs. 4-7).
Ele estava, na verdade, praticando a vida corporativa da igreja, vivendo de acordo com o que ensinava a respeito do Corpo de Cristo. Atos 21:10 e 11 diz: “Demorando-nos ali alguns dias, desceu da Judéia um profeta chamado Ágabo; e, vindo ter conosco, tomando o cinto de Paulo, ligando com ele os próprios pés e mãos, declarou: Isto diz o Espírito Santo: Assim os judeus, em Jerusalém, farão ao dono deste cinto e o entregarão nas mãos dos gentios”. Aqui novamente o Espírito Santo disse a Paulo, não diretamente, mas por meio de um membro do Corpo, o que iria lhe acontecer em Jerusalém. Isso foi novamente uma advertência com caráter profético, e não uma ordem. Foi novamente a Cabeça falando por meio do Corpo, a qual Paulo deveria ter ouvido na prática da vida corporativa.
O versículo 12 continua: “Quando ouvimos estas palavras, tanto nós como os daquele lugar, rogamos a Paulo que não subisse a Jerusalém”. O "nós" inclui Lucas, o autor. Aqui o Corpo, por meio de muitos membros, expressou o seu sentimento, rogando a Paulo que não fosse a Jerusalém. Mas, devido à sua vontade irredutível de estar pronto até mesmo para sacrificar a vida pelo Senhor, ele não se deixou persuadir. Com respeito a isso lemos no versículo 13: “Então, ele respondeu: Que fazeis chorando e quebrantando-me o coração? Pois estou pronto não só para ser preso, mas até para morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus”. Como ele não se deixou persuadir, os membros do Corpo foram forçados a deixar essa questão para a vontade do Senhor. O versículo 14 diz: “Como, porém, não o persuadimos, conformados, dissemos: Faça-se a vontade do Senhor!”
PARA JERUSALÉM, TERMINANDO A TERCEIRA VIAGEM
Em Atos 21:15-16 lemos: “Passados aqueles dias, tendo feito os preparativos, subimos para Jerusalém; e alguns dos discípulos também vieram de Cesareia conosco, trazendo consigo Mnasom, natural de Chipre, velho discípulo, com quem nos deveríamos hospedar”. No versículo 16 vemos que eles deveriam ter-se hospedado com Mnasom em Jerusalém.
No versículo 17 lemos: “Tendo nós chegado a Jerusalém, os irmãos nos receberam com alegria”. Essa chegada a Jerusalém foi o término da terceira viagem ministerial de Paulo, iniciada em 18:23.
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