terça-feira, 27 de maio de 2025

A administração da igreja e o ministério da palavra, semana 10, capítulo 14, terça

A ADMINISTRAÇÃO DA IGREJA
E O MINISTÉRIO DA PALAVRA

CAPÍTULO QUATORZE:
A RESTAURAÇÃO DA BASE DA IGREJA

SEMANA 10 - TERÇA
Leitura Bíblica: 1 Tm 6:3-10; 2 Tm 1:13-14; 3:16-17; 4:2-3

Ler e orar: "Aos sem lei, como se eu mesmo o fosse, não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo, para ganhar os que vivem fora do regime da lei." (1 Co 9:21)


A COMISSÃO ESPECIAL
DO SENHOR PARA NÓS (3)

Procuramos receber a bagagem espiritual dos outros; aceitamos coisas que se relacionavam ao evangelho e à verdade. Contudo essa atitude levou o irmão Yu Cheng-hwa à ousadia de aceitar todas as coisas da parte de Madame Guyon, inclusive coisas peculiares ao catolicismo.

Ele agiu assim porque os colaboradores adotaram a atitude de aceitar tudo o que dizia respeito ao evangelho, à espiritualidade ou à verdade que alguém tivesse para oferecer, independente da denominação ou facção a que pertencesse, desde que não sacrificasse nossa base.

Na reunião dos colaboradores realizada em Xangai no ano de 1937 compartilhamos com respeito à linha de Antioquia. O irmão Nee sugeriu que procedêssemos de duas formas. Por um lado, iríamos todos para vários lugares e estabeleceríamos reuniões para propagação; por outro lado, aqueles dentre nós que tinham convicção da verdade procurariam trabalhar nas denominações, transmitindo a verdade e fornecendo-lhes suprimento espiritual. Depois dessa comunhão, passamos a efetuar a obra obedecendo a esses dois aspectos.

Pouco tempo depois dessa comunhão, porém, começou a guerra com o Japão. Isso levou a obra de propagação a ser interrompida. Aquela época, havia muitos intelectuais em nosso meio; muitos trabalhavam nas áreas médicas e educacionais.

Durante a guerra, muitos deles se mudaram para províncias distantes do front da guerra e eram evacuados dos lugares ocupados pelos japoneses, como Nanking. Somente quando terminou a guerra passamos a nos reunir novamente nesses lugares.

Durante a guerra, Satanás estava agindo e atingiu o irmão Nee com um severo golpe. Como resultado os que se mudaram para lugares distantes da guerra não recebiam muito suprimento e os crentes nos territórios ocupados pelo inimigo eram fracos. Dessa forma, o testemunho foi enfraquecido em todos os lugares.

Nessa condição de fraqueza, percebemos que os que atuavam nas denominações eram mais eficazes na evangelização, eram o mesmo que nós quanto à espiritualidade e produziam pessoas
que compreendiam a verdade. Parecia que levar as pessoas a deixar as denominações fosse nossa única realização. Nossa situação era triste e sombria.

Depois da guerra, os líderes passaram por grandes dificuldades uns com os outros, porque experimentaram longo período sendo negligenciados, provados e frustrados. As igrejas passaram por diversas provações. Quando os santos retornaram a Xangai, todos os colaboradores se reuniram e tiveram comunhão.

Baseados em nossas percepções e experiências, decidimos que devíamos manter o testemunho de nossa visão inicial, o testemunho de uma única igreja em cada cidade, e devíamos edificar todas as coisas espirituais sobre essa base. 

Continuaríamos a aceitar elementos que dizem respeito ao evangelho, à espiritualidade e à verdade de outras denominações ou facções. A única coisa a que não renunciaríamos e sobre a qual insistiríamos seria a base da igreja. Continuaríamos a insistir para que se tomasse a base de uma cidade para cada igreja; e nos apegaríamos firmes ao testemunho do Corpo de Cristo.

Desfrute mais:

Hino "A Igreja - O Candelabro de Cristo"

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